Uma estação de tratamento de esgoto inovadora em Venda Nova do Imigrante (ES), chamada Biossistema Integrado.
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
O que são biosistemas integrados?
BIOSISTEMAS INTEGRADOS -
Ao longo dos últimos 12 anos, o conceito de Bio Sistema Integrado (BSI) difundido pelo OIA, pode ser testado em Chengdu na China, Extremadura na Espanha, Matagalpa na Nicarágua, além do Brasil, onde já atua nas regiões Sudeste, Centro Oeste, Norte e Nordeste, totalizando 70 projetos que atendem a cerca de 15 mil pessoas. Toda forma de resíduo orgânico animal ou vegetal pode ser tratada e re-inserida em novo ciclo, mas são as dejeções humanas nas áreas urbanas e os resíduos de animais e da agricultura nas zonas rurais que melhor podem fazer uso do conceito de BSI.
Os BSI podem ser adaptados a cada situação local. Para residências e sítios de lazer a forma mais utilizada é a que se compõe de: biodigestor com filtro e dispersão do efluente tratado em zonas de raízes para fertirrigação seja dos jardins como de áreas de cultivo; para comunidades com até 500 moradores tem sido instalado duplo biodigestor com caixas separadoras de lodo seguido por filtro de contacto com paredes de transbordamento e represamento; para áreas agrícolas o OIA sugere sempre pesquisar o que já existe funcionando na região para otimizar a inversão. Os modelos mais usados tem sido de biodigestores em série com tamanhos que variam de 10 a 100 metros cúbicos por unidade. Filtros e áreas de contacto com zonas de raízes, tanques de algas, peixes, macrófitas, composteiras, zonas de cultivo ou recuperação de áreas degradas são fundamentais para o reuso do efluente tratado nos biodigestores. As três versões reduzem coliformes, DBO e DQO acima de 90%, atendendo as normativas de saneamento.
Melhoramentos como tanques profundos e produção intensiva permitem um gerenciamento mais eficiente da terra, abrindo assim um número maior de usuários.
Processados em biodigestores e filtros de contato, tanques de oxidação, sedimentação, aeração, peixes e macrófitas, os resíduos, livres de carga poluente, são utilizados na criação de peixes e aves, e na adubação de flores e hortaliças. O biogás é utilizado para cozinhar.
Esta tecnologia saneia o habitat humano, agrega valor a cadeia produtiva e preserva o meio ambiente, já que o tratamento devolve a água ao rio em estado de balneabilidade, sem riscos de contaminação à natureza.
Mais informações: OIA - O Instituto Ambiental / RJ
Ao longo dos últimos 12 anos, o conceito de Bio Sistema Integrado (BSI) difundido pelo OIA, pode ser testado em Chengdu na China, Extremadura na Espanha, Matagalpa na Nicarágua, além do Brasil, onde já atua nas regiões Sudeste, Centro Oeste, Norte e Nordeste, totalizando 70 projetos que atendem a cerca de 15 mil pessoas. Toda forma de resíduo orgânico animal ou vegetal pode ser tratada e re-inserida em novo ciclo, mas são as dejeções humanas nas áreas urbanas e os resíduos de animais e da agricultura nas zonas rurais que melhor podem fazer uso do conceito de BSI.
Os BSI podem ser adaptados a cada situação local. Para residências e sítios de lazer a forma mais utilizada é a que se compõe de: biodigestor com filtro e dispersão do efluente tratado em zonas de raízes para fertirrigação seja dos jardins como de áreas de cultivo; para comunidades com até 500 moradores tem sido instalado duplo biodigestor com caixas separadoras de lodo seguido por filtro de contacto com paredes de transbordamento e represamento; para áreas agrícolas o OIA sugere sempre pesquisar o que já existe funcionando na região para otimizar a inversão. Os modelos mais usados tem sido de biodigestores em série com tamanhos que variam de 10 a 100 metros cúbicos por unidade. Filtros e áreas de contacto com zonas de raízes, tanques de algas, peixes, macrófitas, composteiras, zonas de cultivo ou recuperação de áreas degradas são fundamentais para o reuso do efluente tratado nos biodigestores. As três versões reduzem coliformes, DBO e DQO acima de 90%, atendendo as normativas de saneamento.
Melhoramentos como tanques profundos e produção intensiva permitem um gerenciamento mais eficiente da terra, abrindo assim um número maior de usuários.
Processados em biodigestores e filtros de contato, tanques de oxidação, sedimentação, aeração, peixes e macrófitas, os resíduos, livres de carga poluente, são utilizados na criação de peixes e aves, e na adubação de flores e hortaliças. O biogás é utilizado para cozinhar.
Esta tecnologia saneia o habitat humano, agrega valor a cadeia produtiva e preserva o meio ambiente, já que o tratamento devolve a água ao rio em estado de balneabilidade, sem riscos de contaminação à natureza.
Mais informações: OIA - O Instituto Ambiental / RJ
O que são biodigestores?
Biodigestores são equipamentos hermeticamente fechados e servem para tratar resíduos organicos. São capazes de reduzir até 70% a materia organica e por isso são acoplados a biofiltros que aumentam sua capacidade na remoção de carga organica, podendo chegar a 90% de eficiencia. Os biodigestores possuem tres fases de fermentação: acidogênica, acetogênica e metanogênica. Esta ultima é a responsável pela produção do biogás, mistura de metano e carbono que pode ser usada como fonte de calor, combustivel, energia. O biossólido resultante desses processos de fermentação é de alto valor nutricional para as plantas e o líquido gerado no efluente pode ser utilizado para fertirrigação e cultivo em geral.
Vantagens dos BioDigestores:
Totalmente estanque;
Limpeza do digestor a cada 5 anos em média: o material pode ser utilizado como adubo após secagem ao sol por 30 dias.
Custo: Embora com custo inicial maior, não necessita de manutenção e gera nutrientes e bio-gás.
Pode ser integrado ao paisagismo se complementado com lagos de plantas aquáticas e peixes.
Seu efluente pode ser utilizado na ferti irrigação por infiltração nas raízes das plantas.
Tem aprovação dos órgãos ambientais.
Fonte: OIA - O Instituto Ambiental / RJ
Vantagens dos BioDigestores:
Totalmente estanque;
Limpeza do digestor a cada 5 anos em média: o material pode ser utilizado como adubo após secagem ao sol por 30 dias.
Custo: Embora com custo inicial maior, não necessita de manutenção e gera nutrientes e bio-gás.
Pode ser integrado ao paisagismo se complementado com lagos de plantas aquáticas e peixes.
Seu efluente pode ser utilizado na ferti irrigação por infiltração nas raízes das plantas.
Tem aprovação dos órgãos ambientais.
Fonte: OIA - O Instituto Ambiental / RJ
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Água da Sabesp é imprópria para o consumo humano
Justiça confirma que água da Sabesp é imprópria para o consumo humano.
Processo Nº 152.01.2009.007952-6
A cidade de Cotia tem pouco a comemorar quanto ao padrão de potabilidade da água para consumo humano fornecida pela SABESP.
Um morador da cidade reclamou da qualidade da água e moveu uma ação contra a SABESP , obteve liminar favorável do Poder Judiciário; comprovando que o serviço é realizado de forma irregular.
As análises comprovaram que a água está contaminada e pode até causar câncer.
Principais pontos do laudo pericial:
● A água fornecida para a região de Cotia/SP tem alumínio, ferro, manganês e Trihalometanos em níveis acima do admitido pelo Ministério da Saúde.
● Esses compostos não são eliminados facilmente do organismo e quando o indivíduo é exposto diariamente em contato com a água são cancerígenos.
● A Sabesp deveria interromper imediatamente o fornecimento de água até remover os elementos tóxicos e cancerígenos.
Dessa forma, espera-se para as próximas semanas uma enxurrada de processos contra a Sabesp dos moradores de toda a cidade atingidos pela água, que além de tóxica, pode causar câncer às pessoas que a ingeriram ou tiveram contato com ela.
Também já foi instaurado o inquérito n.º 16/2010 pelo Ministério Público para apuração de crimes ambientais e contra a saúde, mas o processo ainda não foi finalizado.
Fonte: Blog Granja Carolina
Processo Nº 152.01.2009.007952-6
A cidade de Cotia tem pouco a comemorar quanto ao padrão de potabilidade da água para consumo humano fornecida pela SABESP.
Um morador da cidade reclamou da qualidade da água e moveu uma ação contra a SABESP , obteve liminar favorável do Poder Judiciário; comprovando que o serviço é realizado de forma irregular.
As análises comprovaram que a água está contaminada e pode até causar câncer.
Principais pontos do laudo pericial:
● A água fornecida para a região de Cotia/SP tem alumínio, ferro, manganês e Trihalometanos em níveis acima do admitido pelo Ministério da Saúde.
● Esses compostos não são eliminados facilmente do organismo e quando o indivíduo é exposto diariamente em contato com a água são cancerígenos.
● A Sabesp deveria interromper imediatamente o fornecimento de água até remover os elementos tóxicos e cancerígenos.
Dessa forma, espera-se para as próximas semanas uma enxurrada de processos contra a Sabesp dos moradores de toda a cidade atingidos pela água, que além de tóxica, pode causar câncer às pessoas que a ingeriram ou tiveram contato com ela.
Também já foi instaurado o inquérito n.º 16/2010 pelo Ministério Público para apuração de crimes ambientais e contra a saúde, mas o processo ainda não foi finalizado.
Fonte: Blog Granja Carolina
Polêmica: Aterro Sanitário Tabuleiro Verde e Jd. Sandra

Aterro Sanitário em Cotia vai ser construído no mesmo lugar, ou seja, na Estrada do Tabuleiro Verde, próximo ao Jd. Sandra, como mostra publicação feita na imprensa oficial de 31 de maio de 2010.
A Imprensa Oficial do Município de Cotia, explica a vantagem e as desvantagens do aterro sanitário e também ilustrando com fotos, aterros sanitários construídos em outros estados como: Bahia, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e em Portugal. As fotos mostram claramente que os aterros que estão sendo construídos não existem nenhuma população urbana próxima as áreas. A de Cotia a população urbana esta muito próxima como os bairros do Jardim Sandra, Panorama e Mirante da Mata, e condomínios na vertical e horizontal e loteamentos de alto padrão.O aterro sanitário esta sendo construído em cima da bacia do morro grande, onde tem milhares de nascentes que se agregam e vão juntas desaguar e solidificar o Rio Cotia.Presidente Lula, assinou decreto recentemente, obrigando todos os estados e municípios terão que construir aterros sanitários até 2014.Terão sim que ser construídos, é um mal necessário, menos dentro da Bacia do Morro Grande.
DECRETO ATERRO SANITÁRIO
Artigo I – Fica revogado o Decreto nº 6.766, de janeiro de 2010. Revogando todos os atos proferidos por esta administração, quanto a construção do Aterro sanitário no Jardim Sandra ou Tabuleiro Verde em Cotia.
Artigo II - Fica restabelecido a vigência do decreto n° 6.664 de 30 de julho de 2009.
Artigo III – Faz parte integrante deste Decreto, como seu anexo único, o relatório técnico elaborado em 27 de abril de 2010, pela funcionária efetiva, Luciane Regis Laraia Alegre, CREA nº 060180674.0, arquiteta e urbanista da Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo.
Artigo IV – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação
Prefeitura do Município de Cotia, em 06 de maio de 2010.
Carlão Camargo – Prefeito
Fonte: Jornal Popular News
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Prefeitura de Cotia firmará protocolo de intenções com a Sabesp para Polo de Ecoturismo na região do Morro Grande
Como conciliar um aterro sanitário, um saneamento básico com esgoto dentro de rio e o asfaltamento precipitado da Estrada das Mulatas com um Polo de Econturismo na região?
Confiram matéria do JE Online:
Na quinta-feira (9/9), o Secretário Municipal do Meio Ambiente e Agropecuária- Dr. Laércio Leite de Camargo, reuniu-se com representantes da Sabesp e da Secretaria Estadual do Meio Ambiente para discutir e apresentar o plano de trabalho de implantação do Pólo de Ecoturismo na região do Morro Grande.
Dr. Laércio explanou sobre importância do projeto que engloba a implantação de posto de saúde, guarda ambiental, centro de atendimento ao turista e ao meio ambiente, administração, praça e zeladoria.
O pólo de ecoturismo começou a ser desenvolvido no ano passado, quando a Prefeitura apresentou à Sabesp o interesse na cessão de dois blocos de casas (total de seis) pertencentes à companhia.
A partir disso, cada Secretaria envolvida no projeto começou a desenvolver em parceria com a Secretaria de Planejamento um plano de trabalho para os serviços que serão instalados no local, e que prevê uma estrutura turística preservando o meio ambiente e a sustentabilidade da região.
O projeto foi dividido em duas etapas: a primeira parte consistiu na elaboração do plano de trabalho, uma exigência dos órgãos envolvidos (Prefeitura/Estado/Sabesp), que detalhou os módulos em termos de estrutura necessária, custo e o cronograma de implantação.
A segunda etapa deverá contar com as intervenções e novas ações na área do pólo de ecoturismo do Morro Grande, o que provavelmente acontecerá no próximo ano, de acordo com a Sabesp.
Representantes da Sabesp afirmaram que, devido ao período eleitoral, a concessionária não poderá firmar este ano nenhum convênio, cessão de imóvel ou termo de cooperação. Mas, firmará um protocolo de intenções.
Para o secretário Dr. Laércio, o acordo entre ambos dará à Secretaria do Meio Ambiente a possibilidade de incluir no orçamento de 2011 uma contrapartida destinada ao projeto. “A Sabesp tem interesse na preservação da reserva, e o nosso projeto é importante para proteger o interesse econômico sustentável da região”, diz.
Participaram da reunião, os secretários municipais Laércio Leite de Camargo (Meio Ambiente) e José David B. Xavier (Planejamento), representantes da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Osmar Rivelino, da Sabesp - José Roberto Nali; Dilmara Veríssimo, Alberto Ferro e Rubens Alexandre.
Protocolo de Intenções
Segundo a Sabesp, será viabilizada a assinatura de um protocolo de intenções entre os órgãos, o que deverá ocorrer no mês de setembro. No começo de 2011 será assinado o Termo de Cooperação entre todos os envolvidos, para que possam ser iniciadas as obras do pólo de ecoturismo, que compreenderá uma cessão de 5 anos que poderá ser prorrogada.
A estrutura ficará sob supervisão da Secretaria do Meio Ambiente, que irá criar projeto
Confiram matéria do JE Online:
Na quinta-feira (9/9), o Secretário Municipal do Meio Ambiente e Agropecuária- Dr. Laércio Leite de Camargo, reuniu-se com representantes da Sabesp e da Secretaria Estadual do Meio Ambiente para discutir e apresentar o plano de trabalho de implantação do Pólo de Ecoturismo na região do Morro Grande.
Dr. Laércio explanou sobre importância do projeto que engloba a implantação de posto de saúde, guarda ambiental, centro de atendimento ao turista e ao meio ambiente, administração, praça e zeladoria.
O pólo de ecoturismo começou a ser desenvolvido no ano passado, quando a Prefeitura apresentou à Sabesp o interesse na cessão de dois blocos de casas (total de seis) pertencentes à companhia.
A partir disso, cada Secretaria envolvida no projeto começou a desenvolver em parceria com a Secretaria de Planejamento um plano de trabalho para os serviços que serão instalados no local, e que prevê uma estrutura turística preservando o meio ambiente e a sustentabilidade da região.
O projeto foi dividido em duas etapas: a primeira parte consistiu na elaboração do plano de trabalho, uma exigência dos órgãos envolvidos (Prefeitura/Estado/Sabesp), que detalhou os módulos em termos de estrutura necessária, custo e o cronograma de implantação.
A segunda etapa deverá contar com as intervenções e novas ações na área do pólo de ecoturismo do Morro Grande, o que provavelmente acontecerá no próximo ano, de acordo com a Sabesp.
Representantes da Sabesp afirmaram que, devido ao período eleitoral, a concessionária não poderá firmar este ano nenhum convênio, cessão de imóvel ou termo de cooperação. Mas, firmará um protocolo de intenções.
Para o secretário Dr. Laércio, o acordo entre ambos dará à Secretaria do Meio Ambiente a possibilidade de incluir no orçamento de 2011 uma contrapartida destinada ao projeto. “A Sabesp tem interesse na preservação da reserva, e o nosso projeto é importante para proteger o interesse econômico sustentável da região”, diz.
Participaram da reunião, os secretários municipais Laércio Leite de Camargo (Meio Ambiente) e José David B. Xavier (Planejamento), representantes da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Osmar Rivelino, da Sabesp - José Roberto Nali; Dilmara Veríssimo, Alberto Ferro e Rubens Alexandre.
Protocolo de Intenções
Segundo a Sabesp, será viabilizada a assinatura de um protocolo de intenções entre os órgãos, o que deverá ocorrer no mês de setembro. No começo de 2011 será assinado o Termo de Cooperação entre todos os envolvidos, para que possam ser iniciadas as obras do pólo de ecoturismo, que compreenderá uma cessão de 5 anos que poderá ser prorrogada.
A estrutura ficará sob supervisão da Secretaria do Meio Ambiente, que irá criar projeto
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